Gestão de Identidade: o risco silencioso que está passando despercebido nas empresas

28 | 03 | 2026

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Afrika Tec

Escrito por Afrika Tec

Postado em Blog

Durante muito tempo, segurança foi tratada como proteção de perímetro.
Firewall, antivírus, rede protegida.

Só que esse modelo não funciona mais.

Hoje, o acesso virou o novo ponto crítico. E não é difícil entender o porquê.

Ambientes híbridos, múltiplos sistemas, APIs, contas técnicas, terceiros…
Tudo isso aumentou o volume de identidades dentro das empresas — e, principalmente, reduziu a visibilidade sobre quem acessa o quê.

O resultado é um risco silencioso.

E ele já está acontecendo.

O problema não está na criação de acessos. Está no que fica depois

Grande parte das empresas já estruturou bem o provisionamento de acessos.
O problema começa depois.

  • usuários que mudam de área e mantêm acessos antigos
  • contas técnicas criadas para projetos que nunca são revisadas
  • acessos privilegiados que continuam ativos sem necessidade
  • terceiros que saem, mas continuam com permissão

Segundo o estudo da Ponemon, 50% das organizações sofreram incidentes relacionados a identidade nos últimos 12 meses

E o ponto mais crítico:
muitos desses acessos nem deveriam mais existir.

O crescimento das identidades não humanas mudou o jogo

Se antes o foco era o usuário, hoje o cenário é outro.

APIs, automações, bots, integrações…
As chamadas identidades não humanas cresceram sem controle em muitas organizações.

E aqui está o problema real:

essas identidades, muitas vezes, têm acessos privilegiados e não seguem o mesmo nível de governança

Ou seja: são portas abertas… invisíveis.

O maior risco hoje não é ataque sofisticado. É acesso esquecido

Existe uma percepção comum de que segurança falha por ataques complexos.

Na prática, não é isso que mais acontece.

O que mais vemos são situações como:

  • acessos ativos além do necessário
  • credenciais compartilhadas
  • permissões acumuladas ao longo do tempo
  • falta de revisão contínua

Esse tipo de cenário não gera alerta imediato.
Mas, quando explorado, o impacto é direto: vazamento, fraude ou incidente interno.

E por que isso ainda acontece?

Não é falta de ferramenta.
É falta de governança estruturada.

Muitas empresas ainda operam com:

  • processos manuais
  • planilhas
  • fluxos descentralizados
  • pouca automação

Segundo o mesmo estudo, apenas 17% utilizam IGA para revisão de acessos

E no caso de acessos privilegiados, uma parte significativa ainda é gerida manualmente.

Ou seja:
o controle existe… mas não escala.

O que muda quando identidade vira prioridade

Empresas que tratam identidade como pilar estratégico começam a mudar alguns pontos:

  • automatizam concessão e revogação de acessos
  • centralizam governança
  • passam a ter visibilidade real do ambiente
  • reduzem dependência de processos manuais
  • controlam melhor acessos privilegiados

O efeito disso não é só segurança.

É também:

  • produtividade
  • conformidade
  • redução de risco operacional

 

O ponto que pouca gente está olhando (mas deveria)

O desafio não é só saber quem tem acesso.

É garantir que:
– ninguém tenha acesso além do necessário
– e que todo acesso seja removido no tempo certo

Parece simples.
Mas, na prática, é onde a maioria das empresas falha.

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